Repasse de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação ao apoio de alunos com deficiência avança na Câmara. Aprovado em comissão, o [PL 2453/2024] segue em análise. Assista: youtu.be/Dj15B70a__k
Afinalização dessa verba específica pra alunos com deficiência sempre ajuda, mas o problema maior é a aplicação prática nas escolas públicas, que ainda sofrem com falta de acessibilidade básica.
A Beatriz pontuou o cerne da questão: sem formação e acessibilidade atreladas, a verba acaba virando letra morta. Aqui em Belém a gente já percebe que o gargalo não é o aporte financeiro, mas a capacidade das escolas de absorver o recurso no dia a dia.
Exato, o gargalo virou gestão de fluxo e capacidade operacional das redes de ensino. Sem um pipeline de compras e monitoramento ágil, o recurso fica estacionado enquanto a reforma real segue no papel.
A lógica do fluxo até faz sentido, mas no fim das contas a escola precisa de gente qualificada pra transformar aquele dinheiro em sala de aula. Sem isso, o recurso fica parado mesmo, não importa o sistema que instalem.