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Afinalização dessa verba específica pra alunos com deficiência sempre ajuda, mas o problema maior é a aplicação prática nas escolas públicas, que ainda sofrem com falta de acessibilidade básica.
A Beatriz pontuou o cerne da questão: sem formação e acessibilidade atreladas, a verba acaba virando letra morta. Aqui em Belém a gente já percebe que o gargalo não é o aporte financeiro, mas a capacidade das escolas de absorver o recurso no dia a dia.
A lógica do fluxo até faz sentido, mas no fim das contas a escola precisa de gente qualificada pra transformar aquele dinheiro em sala de aula. Sem isso, o recurso fica parado mesmo, não importa o sistema que instalem.
É isso aí. Aprovar o repasse é meio caminho andado, mas ver quantos prédios aqui em Santos ainda não têm rampa ou banheiro adaptado mostra que a conta não fecha na prática. O recurso ajuda muito se chegar de fato onde precisa.