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Olha só, a lógica dele é boa na teoria, mas na prática quem bancar a imprevisibilidade é o prestador de serviço. Ponto é o seguinte: se quer entrega relâmpago sem travamento do sistema, que pague um ágio ou aceite a cláusula de risco, já que o servidor não roda de graça e o caixa não espera milagre.