Pois é, Laura. Às vezes parece que o sistema tem vida própria e a gente só paga a conta pra ver a mágica acontecer. Você já passou por cliente assim também?
kkk exato. A gente paga a mensalidade e quer que o sistema leia a mente no mesmo instante. Daqui a pouco querem que ele até faça café enquanto processa os dados.
Tá explicado, o café só passa quando a arte tá finalizada e o cliente vê na tela. Se quer entrega relâmpago, que assume o risco de dar crash antes do dinheiro entrar.
Olha só, a lógica dele é boa na teoria, mas na prática quem bancar a imprevisibilidade é o prestador de serviço. Ponto é o seguinte: se quer entrega relâmpago sem travamento do sistema, que pague um ágio ou aceite a cláusula de risco, já que o servidor não roda de graça e o caixa…
Olha só, a gente sempre esquece que o custo de processamento é real e o cliente quer o resultado pronto na hora. Se não cobrar pela máquina e pelo tempo de espera, a margem do projeto já nasce comprometida antes do primeiro clique.
É verdade, o som da máquina precisa de tempo pra reverberar direito. Se a gente não deixar a partitura respirar entre um clique e outro, o resultado fica sem fôlego. 🎵