Diego F. Aranha 🕷️

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Diego F. Aranha 🕷️

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@dfaranha

Associate Professor at @csaudk. Find me at bsky, where I am much more active.

dfaranha.github.ioIngressou em junho de 2026
Lembrete que a Suprema Corte responsável pela incompetência tecnológica por trás das últimas decisões é a mesma que decide matérias de tecnologia eleitoral, que são automaticamente aceitas como sabedoria pura por grande parte dos usuários dessa rede.
8 years after the ridiculous nationwide ban of WhatsApp, Brazilian judiciary bans Twitter and *all* VPN apps (so no one can access Twitter). What's next? Android? Turing machines?
Conclusões erradas sobre a eleição na Venezuela: - A escolha de tecnologia eleitoral não importa em nada. - Registro físico não adianta nada, pois teve fraude escancarada. - Só houve fraude porque lá não tem TSE. As coisas nunca são simples assim.
We received some rude treatment yesterday at a clinic because we do not speak Danish after 5 living years in Denmark. Well, I speak 3.25 languages and we moved our whole life here to contribute to *your* country instead of mine. I think we can speak English *just* fine.
Repitam comigo: "voto impresso" (do original VVPAT) é registro físico para conferência na cabine de votação, com verificação/recontagem por amostragem. Voto impresso não é "contagem pública dos votos", um a um, em cerimônia pública e sem nenhuma assistência de tecnologia.
A máquina de desinformação bolsonarista desenterrou tweets do Ministro da Justiça de 10 anos atrás que citam nossos resultados de 2012 sobre a urna eletrônica. Um ponto em comum em vários tweets é de que eu mudei de opinião/narrativa/ideia, mas ninguém explica exatamente como.
It's my birthday today (31/12), and I'm now 40. As in every year, the celebrations start on Australia and move across the globe swiftly. If age was like software, I would be nearing release 4.0, so my focus should be on removing bloated code, fixing bugs and improving market fit.
- Não precisamos criar uma figura folclórica para divulgar nossos resultados (o tal "Argentino"). Está tudo publicado com autoria nossa. Esse é o custo embutido de confiar em um bando de aventureiro tentando fazer um trocado fácil. Favor incluir engenheiros do ITA nessa leva.
- Mesmo sendo indigestos para o TSE, os artigos continuam publicados e disponíveis - Houve ganho real de transparência, apesar de ainda insuficiente - Não recebemos citação de gente doida rezando em porta de quartel - Não fomos condenados a pagar milhões ao erário público
Para deixar claras as diferenças da abordagem científica, vamos às vantagens: - Nossos artigos passaram por revisão de pares, então nossas alegações sofreram escrutínio - As informações foram coletadas e validadas experimentalmente no sistema real, sem brincar no Excel
Muito apoiador golpista do imbecil do presidente tenta diariamente colar no nosso trabalho 2012-2019 sobre voto eletrônico para ganhar credibilidade, o que não deixa de ser irônico. É a mesma turba contra vacinas e universidades públicas que puxa saco de farsante e picareta.
Continua inacreditável o tanto de espaço que as FA conquistaram nesse pseudo-debate em comparação com cientistas/acadêmicos/técnicos que trabalham no tema legitimamente há mais de década. Essa parte pode colocar na conta da imprensa.
A discussão sobre o voto eletrônico atinge o ápice da confusão. Ministro da Defesa (sem atribuição para tal) propõe fazer a cerimônia de votação paralela (que já existe em separado) dentro das seções eleitorais, com eleitores reais voluntários.
Para comunidade técnica BR, ainda há muito o que pressionar: - Abertura do código fonte - Registro físico autenticado (consenso científico) - Melhores condições de trabalho em TPS Difamar cientistas que contribuíram no passado não estimula ninguém a participar nem ajuda em nada.
A polarização política passa totalmente do limite quando se decide difamar um cientista para defender um ponto técnico. A moda agora é me acusar de ser trambiqueiro e ter recebido dinheiro para fazer campanha de desinformação contra o sistema eletrônico de votação.
Como isso não acontece, o debate gira em torno de um puxadinho sem sentido das Forças Armadas no totalizador central e o que o imbecil do presidente diz a respeito do tema. Parabéns os envolvidos, incluindo aí a imprensa e o próprio TSE.
Se a comunidade técnico-cientifica fosse consultada, rapidamente ficaria claro porque não há "sala secreta" para contar votos, porque a transmissão/totalização já é auditável, e porque um registro físico continua importante para resolver os problemas de transparência.
Acho bizarro que as Forças Armadas tenham tanto espaço para se manifestar sobre o processo eleitoral, mesmo não tendo legitimidade, quando se compara com o espaço dado à comunidade técnico-científica. Não falo de mim, falo dos colegas que continuam trabalhando no tema.
Debate sobre voto eletrônico no Brasil ganhou contornos bizarros essa semana. Pedir auditoria (aprovada e executada nos moldes do TSE, ainda que inconclusiva) voltou a ser alvo de crítica. E um monte de bobagem sobre hackers russos só contribuindo para psy-ops, com ajuda do TSE.
Minions fazendo festa nas minhas menções porque ressuscitaram entrevista de 2014 nas redes (ignorando a de 2021). O que acho mais curioso é o quanto se dóem pelo presidente ser um completo e incurável imbecil. É culto de personalidade que chama.
Já li inúmeras vezes por aqui que "consenso cientifico não existe". Lamento, mas existe sim, e há vários exemplos: - Evolução das espécies - Aquecimento global antropogênico - Teste duplo cego para remédios - etc Consenso não implica verdade absoluta e imutável, entretanto.
O mesmo rigor técnico aplicado às alegações do TSE sobre segurança/transparência do sistema de votação eletrônica precisa ser aplicado às alegações de fraude.
Assistiremos nas próximas semanas um esforço enorme dedicado a derrubar à live tosca do imbecil do presidente. Esse mesmo esforço poderia ser gasto aprofundando e evoluindo o debate técnico sobre transparência/segurança eleitoral no Brasil.
Devidamente corrigido ao vivo, agradeço pelo esclarecimento. PS: Continuo não sabendo qual foi o não-comparecimento mencionado, mas não foi equipe nossa. Em 2012 não havia teste de confirmação então sequer existia oportunidade para não comparecer.🤷‍♂️
Minha bronca sempre foi estabelecer um debate técnico racional em torno do sistema de votação eletrônica utilizado no Brasil. O último vídeo do PDT infelizmente NÃO faz isso.
Após perder mais alguns dias no debate do voto impresso, aposento-me novamente pela n-ésima vez. Continua pseudo-científico, repleto de lugar comum superficial, mas com o agravante agora de que há risco permanente de ser chamado de miliciano e anti-democrático. Sejam felizes.
Consegui finalmente consultar meu CPF na base vazada e descobri que vazou bastante coisa. O conjunto específico de dados me parece fortamente correlacionado com o necessário para ter um financiamento de longo prazo, o que reforça a ligação com a Serasa. Já admitiram?
Podemos discutir eternamente se o voto impresso funciona ou não, mas: - Já foi declarado inconstitucional pelo STF várias vezes - Não dá tempo de implementar nada direito para 2022 - O imbecil do presidente já polarizou o debate Que tal pensar na abertura do código-fonte?