Carlos Andreazza

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Carlos Andreazza

Carlos Andreazza

@andreazzaeditor

Jornalista. Colunista do Estadão. Apresentador na BandNews FM. Torcedor do Flamengo e do Império Serrano.

Trabalhei com Alexei Bueno, absolutamente poeta, uma lenda, eu ainda estagiário. Isso ali pelo início do século XXI. Seriam dois anos, talvez três, de convivência. Pouco tempo. Muita influência. Quando falo em poeta absolutamente, me refiro também ao comportamento, à atitude - à…
Foi bem Ciro. Aproveitou o espaço. Trouxe o debate sobre fome. Deu gravidade à miséria. Nacionalizou o tema da segurança. Apresentou um livro-programa. Falou para a câmera. Respondeu sobre seu discurso habitualmente agressivo com tom sereno na entrevista. #OGlobonasEleicoes
Circulam vídeos de Queiroga barbarizando em declarações no Piauí. A rápida radicalização bolsonarista da linguagem do ministro demonstra como um ser fraco - moralmente corrompido e apaixonado pelo poder - reage quando sob pressão.
Durante a live, Bolsonaro mandou imprimir a nota, mas, com o texto na mão, desistiu de ler. Hahaha! Lamento profundamente. Queria vê-lo passar por aquele item em que fala das qualidades de Alexandre de Moraes como jurista e professor.
Bolsonaro estava abatido ontem. Está - no mundo real - fraco e isolado. Hoje, artificialmente, subiu o tom. Barroso - a rigor, o Supremo - volta a ser o inimigo. Inimigo imaginário. É o carrossel da fantasia do bolsonarismo autocrático. A forja de oponentes sem a qual não vive.
Barroso não determinou a criação de uma CPI. Quem o fez foram os senadores que assinaram a demanda, mais de 1/3 da Casa. Barroso apenas estabeleceu que o Senado cumpra o que diz a Constituição. CPI, direito da minoria, uma vez cobertos os requisitos, não depende de Pachecos.
Vacina é vacina. Por favor. Comprem todas. Se puderem, produzam no Brasil - e chamem de vacina brasileira, ou paulista, ou flamenguista (de preferência). Tudo bem. Mas, por favor, vacinem a população. Logo.
Pessoal, fiz o teste - o quinto - e deu positivo. Estou bem, com sintomas leves. Por precaução, ficarei fora do ar - sem fazer rádio - nos próximos dias. A ideia, porém, é integrar - desde casa, claro - a cobertura das eleições no domingo. E pretendo escrever mais no blog. Beijo!
Pessoal, serei o âncora do primeiro debate entre candidatos a prefeito do Rio de Janeiro; a verdadeira largada para a corrida até a eleição. Será no dia primeiro de outubro, às 22h30, na tela da Band. Uma honra fazer parte desta tradição de nossa democracia.
Mario Frias vem para causar novo efeito Weintraub. Camada de gordura para proteger Bolsonaro e concentrar atenções - enquanto a granada é posta no bolso do inimigo.