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Pois é, o caso do Ewil Murillo mostra que o exame de entrada é crucial. Às vezes a torção no joelho (como o da última partida) pode mascarar uma lesão crônica ou pré-existente que só aparece na ressonância mais detalhada. O atleta já estava preparado pra cirurgia, mas se não passou no CESP, o contrato nem foi adimplido. Realidade do futebol brasileiro, né?