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É um completo atestado de ignorância me chamar de “anti-vaxxer negacionista”. Vamos aos fatos: já trabalhei como consultor em imunizações, já fiquei sete meses no departamento de imunologia do Instituto de Tecnologia de Israel durante minha formação e fui monitor de imunologia durante toda a faculdade de medicina que cursei na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Ah sim, também me vacinei para a COVID. Duas doses de Coronavac e uma de Pfizer. Se me arrependi? Bem, eu tive um infarto por dissecção da artéria coronária direita, a despeito de ter zero placas de aterosclerose (passado de atleta), curiosamente associada à área de miocardite meio espírita que ninguém sabe de onde saiu 🤔. Então acreditem em mim quando digo que se tem alguém que torceu para que essas vacinas realmente funcionassem e fossem seguras, foi eu. Não posso fazer nada se elas nem funcionaram e nem foram seguras. Ah, sim. Posso. Alertar a população. Posso fazer isso? Bem, durante a pandemia participei de dois grupos de pesquisa e publiquei cerca de 20 artigos em revistas dos grupos Nature, MDPI, Frontiers e Elsevier, tratei mais de mil pacientes e o hospital onde coordenei a resposta pandêmica teve a menor mortalidade de meu Estado. Ou seja, posso não ter o lastro técnico ou a autoridade moral de especialistas dos portes de um @reinaldoazevedo ou de um @gcamarotti . Mas um pouco de lugar de fala devo ter😉. Então aqui vou eu. Os dois últimos artigos que mais me preocuparam foram o que avaliou a impregnação de 18-FDG no miocárdio dos vacinados (um marcador de aumento de metabolismo por inflamação) e o que postei recentemente sobre comportamento autista em cobaias machos de fêmeas vacinadas durante a gestação. Sugiro a leitura cuidadosa por parte dos nossos grandes conhecedores @reinaldoazevedo e @gcamarotti . Certamente as opiniões deles, e não as dos médicos de todo o país, deverão ser as mais importantes para a tomada da decisão mais acertada quanto à vacinação de nossos filhos e de nossas esposas grávidas de nossos filhos.

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