Lançamento de campanha nacional de vacinação e o nosso presidente optou por um reforço com a nova bi-valente para COVID. Hoje está internado com influenza A provavelmente complicada por pneumonia pneumocócica. Primeira questão: o presidente já tinha as vacinas contra a influenza e contra a pneumonia pneumocócica? Em caso negativo, ao invés de ter “lacrado” com a bi-valente, não seria melhor ter feito uma ou ambas das vacinas dos micro-organismos que agora o acometem? Segunda questão: qual o impacto da vacinação recente bi-valente no quadro atual do presidente? A vacina da Pfizer pode suprimir a resposta imune inata através da inibição dos TLR e RIG, predispondo, ao menos em tese, a outras infecções. Nosso presidente, talvez mal assessorado, escolheu o insumo errado para priorizar em sua campanha. Como a microbiologia clínica não entende muito da lacração dos humanos, apenas seguiu sua natureza.
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