André Mendonça virou o cano do canhão contra o criador dessa guerra, o próprio Alexandre de Moraes. Conforme lembra o editorial do Estadão dessa quarta (9), há 6 anos "A produção de um relatório fajuto contra Mendonça, por encomenda de Moraes, segue gravíssima. Mais ainda quando vista em contraste com o precedente aberto pelo próprio Moraes, que, em abril de 2020, suspendeu a posse de Alexandre Ramagem como diretor-geral da PF por entender que havia risco de “desvio de finalidade” na escolha do então presidente da República, Jair Bolsonaro."
Quem com ferro fere, com ferro será ferido.
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