É tolo, para dizer o mínimo, quem equipara as decisões de André Mendonça com as de Alexandre de Moraes, embora de sentido contrário. Suas Excelências pertencem a mundos éticos distintos. Um é autoritário, outro pacífico; um, em nome da democracia, acoberta a corrupção, outro, em nome da pátria, a expõe. Um, do bem; outro, do mal.
A narrativa da equivalência entre Moraes e Mendonça serve ao marketing eleitoral de Lula. A tática é antiga: no aperto político, espalhar merda no ventilador. Mostrar que tudo é igual. Lavar-se na sujeira geral.
A quadrilha vermelha age assim desde o Mensalão. Depois, o Petrolão. Para o povo, todos os políticos são ladrões.
É conveniente para quem rouba.
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