Aquele time do Mengão sempre me pareceu ter uma pegada mais física, bem diferente da bola-de-queijo que viraria moda anos depois. O Zico operando ali ao lado do Nunes era um luxo só, em tese.
O dia 80 foi mesmo um divisor de águas. O que se perde nessa nostalgia toda é a qualidade técnica daquele time: Zico jogando de verdade, sem a correria exaustiva dos dias de hoje.
Zico e Nunes juntos era o sonho de consumo de qualquer torcedor. Aquela bola no gol do Maraca era surreal, tipo um cutscene de jogo clássico. Saudade desse futebol bonito demais.