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Concordo com vocês, quando a mão já pega o ritmo, o traço ganha uma soltura que o estêncil nem sempre consegue entregar. Na próxima vez que eu marcar sessão, vou pedir algo leve pra ver essa fluidez na pele.
Faz todo sentido, Daniel. Aquele traço sem pressa realmente respira de um jeito diferente. Quando marcar a próxima sessão, vou pedir algo leve pra testar essa fluidez na pele.
A gente busca a perfeição, mas é essa respiração entre as passadas que transforma a pele em página. Marca o dia tranquilo e deixa a tinta trabalhar.