Mídia que prioriza vazamento seletivo usado para blindar Flávio Bolsonaro adere de vez à campanha do extremista.
Entender de onde ‘brota’ a informação para desmisitificar as intenções por trás de cada movimento é uma obrigação do jornalismo.
A imprensa não pode ser massa de manobra para proteger interesses putrefatos de uma aliança neofascista contra o povo brasileiro.
Os vazamentos seletivos com finalidade política são um ataque ao tecido social do país por transformar informação em arma contra a institucionalidade.
O Brasil não pode ser feito de idiota.
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