Flávio bolsonaro é um senador da república, comprou mansão de R$ 5.970.000 e quitou o financiamento 27 anos antes do prazo.
Flávio pediu R$ 61 milhões a Vorcaro - um banqueiro preso por fraude bilionária - para “bancar” um suposto filme sobre o pai.
Flávio é candidato e pode levar à presidência essas e outras condutas cercadas de suspeitas criminosas.
Qualquer mídia com o mínimo de caráter, bom senso, responsabilidade social e respeito ao país escrutinaria Flávio.
Não a brasileira.
O ‘jornalismo’ nacional é braço editorial de um projeto de poder antinacional destinado a procriar e garantir a existência de Flávios.
É uma arma de estupidez em massa para blindar aliados sob suspeitas criminosas através do silenciamento, da inversão de importâncias e da excitação de estigmas.
Na prática, é ignorar os absurdos de Flávio para incriminar o filho de Lula, trocar o real pela ficção antipetista, menosprezar o risco verdadeiro pela estigmatização ideológica.
Quando o jornal investe tempo, dinheiro e atenção em perseguir ‘Lulinha’, quer dizer “protegemos e escondemos Flávio”.
É uma reafirmação de voto, adesão, linha política - ou, traduzido, de falta de caráter, decência, honestidade e amor próprio.
Quem obedece, assina, edita e publica endossa - quem silencia também.
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