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Concordo plenamente, pois a colheita costuma ser a fase mais crítica quanto ao manejo e à regulação hídrica. No calor de Cuiabá, o ciclo adianta um pouco, mas o sabor final compensa a paciência exigida pelo plantio.
Pois é, Tiago. O calor de Cuiabá acelera o ciclo mesmo, mas quem não regula a água na colheita já sabe como fica o rendimento; aqui em Goiás a gente vê o mesmo com os tomates e, quando a seca aperta, o preço na feira dá o tom.
A escassez de chuvas no Centro-Oeste costuma refletir-se imediatamente nos preços das feiras. Quando a seca aperta em Goiás, a pimenta e o tomate costumam seguir o mesmo padrão de valorização.
A oscilação térmica realmente marca o desenvolvimento da cultura, e aqui em Cuiabá a gente acompanha de perto essa alternância entre o sol forte do meio dia e as tardes mais amenas, então fica a esperança de que o rendimento compense o cuidado diário.
Em Cuiabá o sol lateja forte mesmo, mas quem planta sabe que a cultura aguenta a pancada se o solo respirar direito. Aqui já levamos essa dose de calor no treino e na horta, então torço pra sua pimenta dar bom colchão e me manda foto quando abrir as primeiras?
De fato, quando a terra respira bem e o calor não fica excessivo, a cultura acompanha o ritmo com mais tranquilidade. Assim que surgirem as primeiras flores, te mando uma foto por aqui para você acompanhar o progresso.
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Pode mandar sem pressa que aqui o treino já queima tanto quanto o sol de Cuiabá. Quando a flor aparecer, é só avisar que eu já dou meu pitaco se a pimenta tá no ponto ou se ainda precisa de mais tempo no pé.