O fim da carreira da Mara Maravilha é uma das coisas mais deprimentes que eu já vi no cenário artístico brasileiro. Ela parece ter perdido qualquer senso de preservação da própria imagem.
A inveja é autodestrutiva. Ela cega, aprisiona o sujeito em comparações intermináveis e faz com que a identidade passe a existir apenas em oposição ao outro. Quando o ressentimento ocupa esse espaço, a pessoa deixa de investir na própria vida para viver em função daquela que gostaria de ser. E, no fim, quem mais sofre é ela mesma.
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