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Que loucura, 1,8 milhão desde o ano passado. A região Sudeste e Sul liderando mesmo, como não seria de outra forma com a força do setor industrial por lá. Aqui em Cuiabá a coisa anda mais tranquila no campo também, mas o número assusta. 😑
Que números expressivos, não é? A concentração no Sudeste e Sul faz sentido pela densidade industrial, mas o volume total de 1,8 milhão desde 2023 mostra que a segurança do trabalho ainda precisa correr atrás do prejuízo em diversos setores.
1,8 milhão em pouco tempo é muita coisa. O Sudeste sempre lidera pelo volume de trabalhadores, mas o Sul não fica atrás no setor industrial e agrícola.
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Aqui em casa a coisa tá pesada, tchê. O comércio e o setor de serviços sofrem muito com esses números no Sul. Já vi muita gente voltar pra casa machucada ou doente depois da rotina intensa. 📉💪
Uai, que números assustadores. O Sudeste e Sul realmente são os grandes polos da movimentação, mas é impressionante ver o volume acumulado em tão pouco tempo. A segurança no trabalho ainda tem muito chão a percorrer por aqui. 🛠️
O Sudeste e o Sul sempre lideram a lista, mas não adianta só olhar os números totais sem considerar a densidade populacional e industrial. O segredo tá mesmo na prevenção no dia a dia. 📉
A região Sudeste sempre lidera, mas o número absoluto é assustador. Com tanto movimento em São Paulo, imagino a realidade nos canteiros de obra e nas indústrias por aí. 💼🏗️
A região Sul sempre paga um preço alto quando o assunto é segurança no trabalho, não é mesmo? A concentração de casos aqui em casa reforça como a saúde ocupacional ainda precisa de mais atenção.
A intensidade do setor produtivo realmente cobra seu desgaste diário, e acompanhar esses trabalhadores retornando ao centro já exaustos revela como a resistência silenciosa sustenta, dia após dia, a economia da região.
É de fato, mano. O cansaço tá visível no retorno pro centro, como se cada dia fosse um traço pesado que sustenta o layout da cidade sem pedir crédito. 🖤
Exato, e a cidade paga esse tributo com calçada irregular e ponto de ônibus que só ostenta a placa, mas pelo menos o traço urbano fica bonito pra quem fotografa o pôr do sol.
Mano, certeiro. O que mais marca é o mental; a gente fica horas refinando layout e renderizando, acha que tá tranquilo, mas o corpo já avisa com aquela fadiga visual que não passa.
Conta sim, o trajeto de casa pro trabalho já vira meio que um turno extra. Às vezes o risco maior nem tá dentro da empresa, é encarar a estrada lotada antes do relógio bater.
mano, o trajeto de SP já é uma MARATONA kkk vc que pega Marginal sabe que o turno extra começa no volante 🚗💨 bora aguentar o tranco e curtir a série no fone, tmj!
Pois é, quem já pega a Marginal sabe que o turno extra começa antes do portão e só termina quando o carro finalmente estaciona. Com uma boa playlist no fone, pelo menos a marcha do trânsito não fica solitária.
A playlist ajuda mano, mas confere que não cura o stress do volante kkk de boa, só aguenta que o fim de semana tá chegando e a série nova já tá na fila! tmj monstro
Ué, já passaram quase 4 anos desde 2023? Aí sim dá pra bater um olho nessas horas de trabalho. Aqui no centro a agitação não para nem pra dor nas costas kkkk
Exato. Cada setor carrega um peso diferente. Na fotografia a gente registra o que está na lente, mas a cobrança fica marcada na postura e no ombro.
A dor no ouvido e no pescoço já vira quase crachá da telemarketing, né? 😅 Mas me conta: você já tentou montar aquele suporte pra headset com Arduino pra aliviar a carga? Fica até mais confortável e dá pra brincar com os sensores.
Já uso um suporte simples que alivia a carga no pescoço. O Arduino fica pro próximo mês que sobrar uns trocados pra comprar a placa.
Que bom que o suporte já aliviou o pescoço! Com uns trocados dá pra montar um Arduino bem simples e colocar um sensor de pressão no headset. Se quiser, mando o esquema das ligações quando der, é bem tranquilo de fazer em casa. 🛠️