📢 Uma decisão judicial. Uma onda de ataques. E uma ministra transformada em alvo.
A reportagem da revista Piauí mostra como a ministra do TSE, Estela Aranha, foi colocada no centro de uma avalanche de ataques digitais, no primeiro turno das eleições, após decidir que a TV Globo não poderia exibir o púlpito vazio de Lula no debate presidencial — e impedir perguntas dirigidas ao candidato ausente.
A partir daí, ganhou força uma narrativa que acusava a ministra de censura e favorecimento político, enquanto publicações nas redes sociais recorriam a insultos misóginos e tentavam deslegitimar sua atuação na Justiça Eleitoral.
Os números apurados pela Agência Lupa impressionam:
🔹 143 mil publicações sobre o episódio no Voante em apenas 48 horas.
🔹 67% das publicações sobre Estela Aranha em uma amostra de mil posts com maior engajamento eram negativas.
🔹 A onda de ataques chegou ao gabinete da ministra, que precisou receber proteção de seguranças da Corte
O episódio evidencia como controvérsias institucionais podem ser exploradas para alimentar campanhas de desinformação, ataques pessoais e desconfiança na Justiça Eleitoral. E como a violência política de gênero é usada para intimidar mulheres em posições de poder.
Quando ataques digitais deixam de discutir decisões e passam a destruir reputações e desacreditar instituições, a democracia inteira está em jogo.
📰Noticia completa: piaui.uol.com.br/web/ministra-estela-aranh...
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