Setembro de 2017, fomos a Cartagena. Ruas repletas, orações, louvores. De repente, acenando e nos abençoando, Papa Francisco. Aquele tempo medido pelo ponteiro dos segundos foi suficiente para inundar minha alma por um profundo sentimento de paz e sem que me desse conta meu rosto estava molhado por lágrimas que sequer percebi caindo.
Hoje, o Papa Francisco desfila no infinito do céu, não antes de pedir, em sua última oração, por paz. Que os senhores da guerra se sensibilizem ante o aceno pacificador do Papa Francisco; que de todos os telhados do poder saia uma fumaça branca e que à janela anunciem, finalmente:
HABEMUS PAZ! Amém.
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