É inadmissível que uma dirigente da rede estadual de ensino de SP tenha apresentado Hitler e Mussolini como referências de liderança e chamado Hitler de “líder excepcional”.
O afastamento é necessário, mas não basta. O governo Tarcísio precisa explicar como alguém com essa visão chegou a ocupar uma função de confiança na Educação.
Escola pública é lugar de democracia, direitos humanos e respeito à vida, não de exaltação de ditadores fascistas, adoradores do ódio e da violência.
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