Vamos aos fatos: de um lado, o presidenciável Flávio Bolsonaro acumula relações diretas e explícitas com Daniel Vorcaro, envolvendo contatos recorrentes, cobranças financeiras diretas e movimentações em contas no exterior. Do outro, Lulinha, cidadão sem mandato público, citado apenas e tão somente por um elo social indireto na apuração do “careca do INSS”. A devassa em seu sigilo bancário deu em nada: nenhum centavo suspeito. Forjar simetria onde os fatos são incomparáveis apequena o debate e destrói o valor da verdade.
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