Minha mãe veio me visitar em Brasília e descobriu a “água da casa”. Pronto: virou fã. Em todo restaurante, pedia água da casa com shot de limão. Levei ela pra Pirenópolis e, no primeiro restaurante, veio a cena:
- Boa tarde! Pra começar, uma água da casa com shot de limão.
- Água de onde, dona?
- Da casa.
- Mas da casa de quem?
Mainha descobriu, naquele momento, que a “água da casa” não é, ainda, um patrimônio nacional.
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