A imagem de Raquel Lyra ao lado de Clarissa Tércio na Assembleia de Deus carrega um peso simbólico impossível de ignorar. Não há neutralidade nessa aliança. Clarissa protagonizou um dos episódios mais degradantes da política recente ao liderar protestos em frente a uma maternidade para barrar o aborto legal de uma criança de 10 anos, violentada pelo tio. Ao topar essa aproximação, Raquel valida quem usa a dor e a vulnerabilidade alheia como instrumento de autopromoção. A governadora sabe com quem está se associando. Resta a Pernambuco a cobrança dessa conta.
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