Transformar igreja em palanque eleitoral apequena a fé e degrada a política. A recusa de Lula em fazer esse jogo reafirma algo que deveria ser óbvio: religião não pode ser moeda de troca. Estado laico não se ajoelha diante de nenhuma fé e, justamente por isso, garante liberdade para todas. Usar o sagrado para pedir voto revela o oportunismo de quem tenta transformar crença em curral eleitoral.
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