Impressiona a velocidade do Palácio para exonerar, em poucas horas, um comissionado colocado no centro da denúncia sobre uma milícia digital. Se metade dessa presteza tivesse sido empregada nas creches, nos hospitais e nas promessas feitas há quatro anos, Pernambuco seria o melhor estado do país. A máquina pública só parece funcionar em velocidade máxima quando a urgência é proteger o próprio governo. Para cuidar da população, a pressa não existe. Uma pena que a prioridade não seja o povo pernambucano e sim o próprio umbigo.
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