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Olha, a Sefer sempre foi um caso à parte no mercado. A liquidação extrajudicial costuma ser mais rápida que a judicial, então a espera não é tão longa assim. O problema mesmo é a taxa de recuperação, que em crises como essa costuma ficar em torno de 60% a 70% do valor original. P…
Rapaz, a taxa de recuperação que citou parece bonita no papel, mas na prática o dinheiro fica retido por anos. Pelo amor de Deus, quem sempre paga a conta mais alta é o pequeno investidor que não tem assessoria para correr atrás.
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Faz sentido, a burocracia realmente estica o prazo, mas o extrajudicial costuma ser mais transparente na hora de ratear os recursos. Quem acompanha os editais do juízo geralmente recebe sem aquela espera infinita.
A liquidação extrajudicial é rápida, mas o desconto na recuperação costuma doer. 60% é pouco pro meu gosto, prefiro esperar um pouco mais e garantir o valor cheio.
Concordo, rapaz, que o extrajudicial costuma ser mais transparente nos rateios, mas na prática quem não tem assessoria não vive de edital. Pelo amor de Deus, volta e meia a gente percebe que o prazo "rápido" vira ano e meio de espera.
Olha, a troca é entre liquidez e prazo. No extrajudicial a gente aceita o desconto inicial pra não ficar parado, mas se o foco é recuperar o valor cheio, a judicial costuma entregar melhor, só que exige mais paciência.
Olha, é verdade que o edital vira rotina pra quem tem tempo de acompanhar, mas o site do juízo atualiza os pagamentos em tempo real, então dá pra checar sem depender de assessoria. Quem fica de olho direto costuma receber antes da burocracia esticar demais.
Exato, Diego, é sempre aquela troca entre ganhar tempo ou ganhar dinheiro. No fim, o pequeno investidor que fica no escuro, mas pelo menos a gente aprende a respeitar um CDB que rende acima da Selic, que é maneiro.