A "farra dos precatórios da saúde" envolve dívidas bilionárias que hospitais filantrópicos e Santas Casas de Misericórdia cobram do governo. Grande parte dessas dívidas, aponta o magistrado, passou para as mãos de fundos de investimento e está concentrada em que poucos escritórios de advocacia que figuram como beneficiários dos valores. O tema causa mais um tremor entre magistrados do Supremo, pois ventila-se que poderia chegar a filhos e outros parentes de ministros.
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