Thread

A farra acabou. A Receita Federal anulou a isenção fiscal criada pelo traste para blindar financeiramente os pastores aliados. A manobra do ex-governo tratava como “santos” os salários pagos pelas igrejas a seus líderes, livrando-os de Imposto de Renda e contribuições previdenciárias. Traduzindo: menos dinheiro para saúde, educação e políticas públicas, mais privilégios para a cúpula religiosa que transformou fé em negócio. Com a revogação, publicada no Diário Oficial, esses pagamentos voltam a ser considerados remuneração, como qualquer salário, e passam a ser tributados. O benefício ilegal, feito às pressas às vésperas das eleições de 2022, mostra claramente por que tantos pastores estavam de joelhos diante do traste não era oração, era interesse no bolso. Agora, com a decisão da Receita, cai a máscara: os templos podem continuar pregando, mas terão que contribuir como qualquer cidadão. Justiça fiscal também é justiça social. #FimDosPrivilégios #JustiçaFiscal #EstadoLaico

Nenhum Voo ainda