María Corina Machado acreditou que seria possível disputar eleições em plena ditadura comunista da Venezuela.
Fez campanha como se o país ainda fosse uma democracia e conquistou um apoio popular avassalador. Levava multidões às ruas com a esperança de que o regime sanguinário entregaria o poder de forma democrática.
Quando percebeu o tamanho desse apoio, a ditadura proibiu sua candidatura, acusando-a de golpismo e simplesmente a tirou da disputa.
Depois, permitiu que Edmundo González concorresse apenas para manter o teatro eleitoral.
Mesmo com as atas indicando uma vitória esmagadora de Edmundo, o regime simplesmente declarou Nicolás Maduro vencedor.
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