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Há três anos, o soldado Wesley Soares Góes, de 38 anos, da Polícia Militar da Bahia, morreu em um episódio trágico. Ele foi morto pelos próprios colegas de farda após se opor ao cumprimento de ordens do governador petista Rui Costa, que havia determinado restrições severas durante a pandemia de COVID-19. Enquanto andava portando seu fuzil, com o rosto pintado de verde e amarelo, o militar, que era natural de Minas Gerais, dizia: "Comunidade, venha testemunhar a honra ou a desonra de um policial militar do Estado da Bahia. Não vou deixar, não vou permitir que violem a dignidade e honra do trabalhador".

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