Regra é regra: ministro do Supremo relator não é juiz de instrução, não dirige a ação da Polícia Federal. Valeu pra Toffoli, que queria indicar peritos de confiança dele, deve valer pra André Mendonça também: se quiser presidir inquérito, preste novo concurso e vire delegado da PF.
Incensado pela mídia, Mendonça quer invadir a competência da PF e manejar os inquéritos a seu bel prazer. Não pode! Relator avalia a legalidade das ações conduzidas com autonomia pela PF. O mais é abuso...
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