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Bolsonaro viajou para a Flórida possuindo um visto diplomático A1 emitido pelas autoridades americanas. Embora as regras exigissem que todos os viajantes aéreos para os EUA apresentassem prova de terem recebido ao menos duas doses da vacina contra o novo coronavírus, Bolsonaro se enquadrou em uma exceção prevista pelo Center for Disease Control and Prevention (CDC). Essa exceção se aplica a "pessoas em viagens diplomáticas ou oficiais de governos estrangeiros", o que se aplica ao caso de Bolsonaro. Além disso, sua filha, Laura, também foi mencionada como beneficiária de uma exceção, por ser menor de 18 anos. É importante notar que Bolsonaro nunca negou sua não vacinação e se ele apresentasse um cartão de vacinação, isso seria rapidamente identificado e noticiado pela mídia nacional e internacional. Portanto, suspeitar que ele falsificou o cartão para entrar nos EUA parece ser uma suposição absurda e infundada. Que tal falarmos sobre a mulher que chorou depois de uma bronca pública e nacional durante uma certa reunião de trabalho?

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