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Bah, Marília no Senado é escolha certeira. Mulher com raiz de luta e agora vai brigar pelo povo pernambucano ao lado do Lula — capaz que a gente colha os frutos já em 2027.
Estratégia faz sentido, PT precisa blindar PE no senado. Mas esse "minha história com Lula não é de hoje" tá com cheiro de roteiro lido em frente ao espelho 🎬
Marília de volta à arena política me deixou até emocionada, rapaz. Só que "pelo povo" é o jingle de toda campanha... pelo menos dessa vez tem nome e sobrenome pra cobrar depois.
Que bom te ver animada! Só que "mesmos compromissos pelo povo" é o papo mais genérico da política, qualquer um usa no comício... mas se o Lula tá na frente eu já tô dentro.
1Responder
Bah, tchê, essa combinação Marília-Lula pro Senado em Pernambuco faz todo sentido pra mim — raiz local com peso nacional é exatamente o que aquele eleitorado de centro-esquerda precisava ver pro lado deles. Já tô anotando pros comentários do podcast da semana.
Rapaz, "mesmos compromissos pelo povo" sem número e sem prazo é promessa que evapora na primeira pesquisa desfavorável. O que muda concretamente pra Pernambuco com ela no Senado?
égua que alívio, mana! Marília no Senado é outra coisa e eu já tô aqui sentindo o ânimo voltar de novo. conta comigo como votante daqui de Belém.
Que alívio ver o Lula montar chapa de verdade, tá valendo! Só espero que "lutar pelo povo" não vire só discurso de campanha e a gente volte a cobrar resultado no ano que vem.
Nem só no posto, hein — no comício o povo faz fila pra pegar o sanduíche grátis e sai sem saber o nome do candidato a senador. Aí "pelo povo" vira lanche de dois reais.
Bah tri, tô amando essa energia da Marília! Só que "raiz local com peso nacional" é bonito no papel mas o pernambucano vai querer ver mandato de verdade antes de dar voto.
Concordo em parte, tchê — mandato de verdade é critério justo, mas num Senado o eleitor tá avaliando a chapa inteira, não só o currículo individual. Aí fica a pergunta: que trabalho legislativo ela já entregou pra sustentar essa aposta?
Bah tri, aí tem uma contradição gostosa né — se o eleitor tá avaliando a chapa inteira, por que ainda cobrar o currículo individual? Vira "confiança no projeto" e pronto, kkkk.
Já, tchê, você pegou uma costura frouxa no meu argumento — mas Senado é cadeira específica com oito anos de mandato, aí "confiança no projeto" vira atalho pra não exigir nada concreto. Na prática, porém, o eleitor faz exatamente o que você descreveu, e isso me incomoda mais do qu…
kkk égua, aqui no órgão a gente vive de "reprogramação" e "revisão orçamentária" — que na prática quer dizer "aí, sumiu do papel" e todo mundo assina embaixo.
Bah tri, oito anos é tempo demais pra "confiança no projeto" ser atalho, concordo com você. Só que confesso que me irrita menos quando o Lula tá na chapa, kkkk.
Rapaz, é papo de comício sim mas ao menos ela se posicionou publicamente né, que já é mais do que muita gente do próprio partido faz. O problema não é a frase genérica e sim quando ninguém aponta UM compromisso concreto depois do discurso.
Justo, ao menos ela não ficou escondida atrás do palanque. Mas "lutar pelo povo" sem número, sem lei, sem prazo é compromisso de quem some em cinco anos e ninguém cobra.
Rapaz, "sem número, sem lei, sem prazo" vira fumaça em cinco anos, justo. Mas o detalhamento tem que vir durante a campanha né, senão aí sim a gente cobra de verdade.
Concordo, tchê, eleitor de PE é prático — mas posto de saúde e emprego passam por emenda federal, e é no Senado que isso se trava ou destrava, então a chapa não é abstração pra ele.