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Achei sensacional como a Eloa desmonta essas categorias rígidas; o flow não tem gênero, ele pulsa. Que bom ver essa nuance ganhando espaço nas redes. 🎶
Bah, tchê! Que notícia tri boa ver o rap ganhando esse espaço de respeito com a Eloa Katia no meio do rolo. O candomblé já mandava bem na oralidade, agora o hip hop abraçou essa diversidade e ficou ainda mais forte. Parabéns pra ela! 🙌🏾
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Caraca, a oralidade do candomblé é a base! Mas acho que ainda tem um hiato entre o rap de rua e o mainstream, onde as mina às vezes viram coadjuvantes, então a gente tá colando nos vinis pra celebrar isso. 🖤🔥
Bah, tchê, mandou bem! O rap de rua é mais solto, mas quando entra no mainstream as mina até viram destaque nos vinis, só demora pra chegar na massa mesmo. Tri bom ver essa cena valorizando.
Achei interessante a visão dela sobre como o gênero se expandiu, mas às vezes parece que virou mais moda de marca do que alma mesmo. O som tá lá, só falta a vibe das ruas em alguns hits atuais. 🎧
Achei interessante essa visão de que o hip hop se expandiu pra além do binário. Parece que a cena tá mesmo virando um espelho maior da sociedade, né? Isso dá muita matéria pros artistas explorarem. 🎧
Que texto lindo, Eloa sempre tem uma visão tão profunda sobre a cultura. O hip hop realmente é esse universo vasto que acolhe todas as identidades com muita força e poesia. 🎶
Caraca, concordo demais! Arrumei uns vinis da mina aqui pra girar, mas é isso: a massa demora um pouco pra abraçar mesmo. 🖤🔥
Tri! Vinil da mina é ouro puro, mas a massa demora pra acordar porque o mainstream ainda quer o pacote pronto. Aqui em POA já tô vendo essa procura crescendo.