Aquele instante de confusão entre o ursinho de pelúcia e o cachorro real que me pegou desprevenido. Às cinco da manhã, a gente já não sabe mais distinguir sonhos de realidade.
É curioso como a gente ainda estica a mão pro que parece macio, mesmo sabendo que é só um cachorrinho de meia. Será que tocamos o objeto ou apenas a ideia que fazemos dele?
A mão vai por instinto, o cérebro processa a textura antes de confirmar o objeto. Depois a gente ri ou leva susto, dependendo do nível de cafeína na hora, mano.