Paulo Cruz

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Paulo Cruz

Paulo Cruz

@paulocruzphi

Um homem livre.

Ingressou em junho de 2026
Deixe aqui sua risada. Eu começo: HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Ninguém vai colocar palavras na minha boca ou ideias — que não pensei — na minha cabeça. O projeto é para aqueles que mais precisam, sem panaceia, sem argumento infantil de intransigência, sem atalhos. Vamos! Assista abaixo. @RenanSantosMBL
Um fato interessante dessas eleições: a esquerda se reduziu única e exclusivamente ao identitarismo. Não há mais debate sobre os problemas reais dos brasileiros, sobre a violência endêmica, saneamento básico precário. A tal ~misoginia~ virou seu único argumento. Patético.
E a imprensa, obviamente, salvo raras exceções, segue fazendo o mesmo trabalho porco, opinativo no pior sentido do termo e cheio de discurso babaca sobre democracia, igualzinho em 2018. Mas, dessa vez, só temos a agradecer. Continuem! 😉
Hoje eu senti um baita orgulho de ser amigo desse cara. O que ele fez foi histórico! Você pode não gostar dele, pode odiar o @MBLivre, mas não é mais possível ignorar que ele eleva — e muito! — o debate político no país. Parabéns, @RenanSantosMBL! 👏🏿👏🏿👏🏿👏🏿
Vi duas “análises” da candidatura de @RenanSantosMBL, dizendo que Renan estão tentando chamar a atenção (como se isso fosse uma coisa ruim). Temos 2 candidatos horrendos liderando só por serem os mais conhecidos. O que outros devem fazer, oras?! É isso que chamam de jornalismo?
Agora a @brasilparalelo está tentando corrigir a rota de seu público, que ficou impressionado com o @RenanSantosMBL, dando espaço para Pablo Marçal. A ideia é fazer de Marçal uma espécie de cão que, mesmo de focinheira (ele está inelegível), ainda late alto, e proteger Flávio. +
O que o @RenanSantosMBL fez ontem na @brasilparalelo foi absolutamente histórico. Apesar do afastamento de anos, conheço e sei que os cabeças da BP não são tolos. Renan subiu a régua do debate político e expôs a maior fraqueza do bolsonarismo: a absoluta falta de conteúdo. +
Vi um corte da participação de @RenanSantosMBL na Brasil Paralelo, e alguns comentários são hilariantes. A alegação principal é: “ele sequer terminou o Ensino Médio”! Ué, mas o Olavo de Carvalho, principal referência da BP, também não e vivia falando mal de curso superior. 🤷🏾
Você vai pra uma sabatina presidencial num país em que 80% das crianças são analfabetas funcionais e as entrevistadoras falam mais sobre Feminicídio do que sobre Educação. E, em educação, se concentram em cotas. Isso diz muito. Parabéns, @RenanSantosMBL pelo excelente desempenho.
Era pra eu estar achando esse filme legal? 🤔 É um filme pra criança (de que só as crianças gostam, como disse C.S. Lewis)? Já tô assistindo há 1h30 e olha… 🥱
Não há local mais distante da “civilização ocidental” do que o Brasil. Temos mais influência do Jeca Tatu e do Macunaíma do que da “Odisseia” e dos heróis gregos. Olhem nossa cultura, nossa política, nossos intelectuais… Parem de frescura.
Melhor comentário ao meu vídeo até o momento. Espetacular, eu diria. O olavismo cultural segue vivo. (Leia com aquele meme do Cebolinha e do Cascão, correndo desesperados, na cabeça, ou um sujeito com o hábito do Arautos do Evangelho). 🤣🤣🤣
“É absurdo indignar-se com as degradações sofridas pelas obras-primas literárias na tela, pelo menos em nome da literatura. Pois, por mais aproximativas que sejam as adaptações, elas não podem causar danos ao original junto à minoria que o conhece e aprecia; +
As salas IMAX pra ver “Odisseia”, aqui em SP, estão todas lotadas, em todos os dias e horários. Impressionante! Mas consegue comprar pra ver de novo na semana que vem, num horário, digamos, meio alternativo. 😉
“Influenciador de extrema direita”, termo que praticamente toda a mídia brasileira utilizou para se referir a um homem assassinado brutalmente por um extremista, é quase como dizer: “mereceu”. Isso é sujo em muitos, muitos níveis.
Imagem que resume as tais manifestações do “povo brasileiro”. 80% dos presentes nasceu nos anos 1940 e viveu sua juventude durante a ditadura militar e fora dos centros de conflito. Achavam ótimo. Querem de novo, agora com aquele resto de gente no comando. Deus nos livre.
Meio atrasado, como sempre, mas tô na metade do @InteligenciaLta sobre o tal “limite do humor”. Mas já vou cravar: o Tiago Santinelli é um dos sujeitos mais burros que a internet foi capaz de produzir. É um nível de estupidez inaceitável num adulto. É um troço vergonhoso.
A @Amandavettorazz protocola um projeto para proibir a prefeitura de financiar shows em que músicas façam defesa do crime organizado, e olha o que acontece. Se isso não é viver num narcoestado, não sei o que é. Até agora nem um pio do Estado brasileiro em relação a isso.
Uma problema que afeta sensivelmente a questão do trabalho no Brasil: o limite de faturamento anual pra MEI é de R$ 81 mil. Ou seja, você não pode faturar, mensalmente, mais do que R$ 6.750. Caso isso ocorra, você será obrigado a se tornar ME e sua vida se tornará um INFERNO. +
Opinião impopular e altamente cancelável, mas dane-se: ditadura no Brasil é “white people problem”. Se se fizesse no Brasil um terço de filmes sobre a Escravidão (ou pessoas negras célebres) que fazem sobre a ditadura, eu consideraria o cinema brasileiro coisa seria. +
O nome disso não é benefício social, é empobrecimento planejado. É um projeto de perpetuação da miséria e do eleitorado cativo.
R$ 41. Agora o azeite tem alarme contra roubo. (Agora é só esperar os petistas da escola austríaca virem me explicar a teoria do valor marginal)
O que importa é que ninguém quer ser responsabilizado por nada e todo mundo só quer salvar a própria pele. No serviço púbico — falo com propriedade —, em que tudo é absurdamente burocrático e extremamente persecutório, “tirar o corpo fora” é a regra. Como um país desse dá certo?
Ou seja, é uma cadeia de desconfiança (por causa de gente sacana), que gera uma cadeia de insensibilidade, de tentativa de se proteger e se safar, de escapar da mira da burocracia e da responsabilidade de ter de tratar os problemas caso a caso. +
Mais um exemplo de como o Brasil é um quase-país INACREDITÁVEL: Minha mãe tem 81 anos e faz atividade física no CEU Tremembé 2x por semana. A disputa por uma vaga é grande, de modo que é preciso ficar atento para não perdê-la. Se não me engano, faltou 2x, já era. Mas vejam só: +
Sabe qual é o problema de você meter um “foi mal, tava doidão” em redes sociais? É que não há ônus. O ódio propagado não tem volta. A pessoa já sofreu toda a carga que você jogou sobre ela. Sua irresponsabilidade custa muito caro a quem você ataca e custa muito pouco a você.
Esse moleque é uma das maiores desgraças já produzidas nesse país. Outro dia fez um vídeo cínico pedindo trégua da violência política que ele mesmo propagou, porque precisava ganhar dinheiro. Ganhou. Agora pode voltar a ser o lixo que é. Os jornalistas que o criaram, agradecem. +
Assisti todinho o debate entre @AndreLajst e Salem Nasser que ocorreu no @InteligenciaLta meses atrás. 4h de debate muito bom, muito equilibrado, até que, no finalzinho, Lajst fez a pergunta fundamental e desconcertante para qualquer palestinófilo. Vou parafrasear: +
Nossas melhores universidades produziram (e continuam produzindo) gerações de jornalistas, historiadores, sociólogos, analistas internacionais et. caterva cuja visão de mundo é anti-ocidental por definição. O antissemitismo é a cereja (podre) do bolo.
O Brasil é um país de cultura autoritária. A imensa maioria dos brasileiros não sabe e não quer viver numa democracia, onde há diversidade e divergências. Somos um bando de autoritários e vingativos, que amam se dar bem e ferrar os outros — sobretudo com poder nas mãos. +