O FIM DO DÓLAR?
Aqueles que repetem dia e noite que o "dólar vai afundar" ou que "vai virar pó" simplesmente ignoram que a desvalorização do dolar em termos de seu poder de compra já vem acontecendo desde 1913, por diversas razões: Federal Reserve, governos, e depois, a partir das décadas de 60 e 70, a expansão do crédito, que se tornou potencialmente ilimitada uma vez que o dólar oficialmente perdeu seu lastro e se tornou um crédito fiduciário (a partir de 1971).
Uma vez que o mundo todo DEVE centenas de trilhões em dólar e portanto precisará eventualmente de mais dólares para quitar juros e principal, a destruição do dólar como moeda só poderia ocorrer através da sua destruição como crédito.
O que poderia fazer com que créditos em dólar deixem de valer o se imaginava que valeriam? Seria a insolvência (expectativa de insolvência) dos créditos? E o que aconteceria com o valor (poder de compra) daquele crédito em dólar que porventura se mantivesse solvente e não sofresse essa destruição?
Nas respostas simples e diretas para essas perguntas óbvias e lógicas, está a chave para o que se deve esperar daqui pra frente, em vista da alta firme e constante das taxas de juros.
Com @luizferoxo para o Giro da Semana, direto dos estúdios da @Loopworksp
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