Oscar Schmidt, o “Mão Santa”, não foi apenas um atleta extraordinário, foi também um ídolo do basquete mundial e um símbolo de talento, disciplina e amor ao Brasil. Brilhou em cinco Olimpíadas e fez da camisa da seleção brasileira uma expressão de orgulho para o nosso país.
Uma perda irreparável, mas que deixa um legado que ultrapassa as quadras e permanecerá vivo na memória de todos nós. Minha solidariedade à família, aos amigos e a todos os seus admiradores. Descanse em paz.
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