ATF sobre jogar Dota profissionalmente: "Eu vejo isso como um privilégio, não apenas um trabalho"
"Tem gente que volta e simplesmente não joga nada. Na cabeça deles é: 'não posso jogar nenhuma partida, não quero jogar', eles se recusam a jogar. É como uma religião ou algo assim para eles não jogarem; ficam uma, duas ou três semanas sem encostar no jogo. E aí, quando começam a jogar, encaram como se fosse um trabalho: 'agora eu tiro uma pausa do meu trabalho e agora eu faço o meu trabalho e faço no máximo'.
Para mim, não. Eu encaro isso como um privilégio, na verdade, não apenas um trabalho. Você viaja, a maioria das coisas aqui é até de graça, porra. Eles simplesmente te mandam para algum lugar só para jogar por diversão.
Então eu já equilibro isso quando chego em casa. Eu jogo, sei lá quanto, quatro, cinco, seis, sete, oito — seja lá quantas partidas der. Às vezes eu me puxo ainda mais se estiver jogando feito um lixo.
E eu apenas equilibro quando estou aqui e quando estou fora. Porque quando estou fora, eu também não gosto de ficar só sentado 14 horas por dia jogando só porque estou em bootcamp ou algo assim. Tipo, beleza, vai para a academia, dá uma caminhada, você pode até ficar fazendo merda por uma hora sem motivo nenhum. Manter mais equilibrado o tempo todo... Eu gosto mais de rotina, digamos. É mais uma questão de rotina."
— Ammar "ATF" Al-Assaf, no podcast Dota Unspoken com KheZu.
Por essa e outras que ele é meu GOAT da offlane. @AmmarAlassaf6 🔥 #dota2
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