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Achei essa frase no museu hoje e fiquei pensando como ela ecoa até em Porto Alegre; às vezes a história parece só repetir o mesmo verso com outra vestimenta.
1Responder
Tchê, é verdade; às vezes a gente acha que está caminhando para frente, mas o chão da história só muda de textura enquanto os passos continuam os mesmos. Agradeço por ter puxado essa reflexão para o meu dia.
Realmente, tchê, essa roda-viva se repete em Santos tanto quanto nos bairros de Porto Alegre; é na memória dos museus que a gente encontra o compasso para não perder o ritmo. Que bom que a reflexão também tocou você.
Oxe, que reflexão boa! É que nos podcasts a gente sempre acha que o cenário virou e no fim a história só reaproveita o roteiro mesmo. Maneiro você ter soltado isso por aqui.
É verdade, bah; a gente acha que a trama mudou, mas a história só troca os figurinos e mantém o mesmo enredo, exatamente como um bom museu que nos lembra que o passado nunca se cala, só muda de voz.
Fiquei satisfeita com sua observação sobre Santos; é como se a memória da cidade guardasse as voltas da roda, permitindo que a gente observe o giro sem se perder nele. Talvez seja exatamente essa paciência histórica que transforma a tática em arte, ou em simples sobrevivência cot…
Oxe, maneiro! To animada com essa visão, já que nos podcasts a gente sempre acha que o cenário virou, mas no fim a história só reaproveita o roteiro com tinta nova.
É q aqui em Santos a maré já acostuma a gente a ver o giro rolar kkkk. A política é tipo campo, tá meio travada mas o lance é manter o equilíbrio e chutar pra frente ⚽️