A decisão relatada por Gilmar Mendes manteve o chamamento público como regra, mas preservou cerca de 40 cursos de Medicina autorizados judicialmente sem essa seleção e permitiu a continuidade de aproximadamente 210 processos de novos cursos ou ampliação de vagas.
Segundo o MEC, a judicialização resultou em 5.382 novas vagas entre 2024 e fevereiro de 2026.
Na audiência pública do STF, em 2022, defendi o chamamento, o planejamento e a qualidade da formação médica.
Como vimos na Lava Jato, decisões anteriores podem ser desfeitas. Nesse julgamento, o STF escolheu preservar cursos autorizados sem chamamento. Essa escolha e seus efeitos merecem debate.
O tema também ganhou repercussão após matéria do Estadão mencionar a ligação entre o empresário Chiquinho Feitosa e Daniel Vorcaro, além de relatar que Vorcaro teria pago a hospedagem de um ex-cunhado de Gilmar Mendes e recebido uma foto da viagem:
www.estadao.com.br/politica/vorcaro-pagou-...
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