Quando a dificuldade chega, há os que vão embora e há os que ficam. Foi o que me ensinou a minha avó.
Quando o presidente Jair Bolsonaro me convocou para assumir a missão de liderar o Ministério da Saúde, no momento mais crítico da pandemia, escolhi ficar.
Ele levou para Brasília alguém com o DNA do sertanejo: acostumado a enfrentar as adversidades, a conviver com o flagelo da seca e, sobretudo, a não desistir diante das dificuldades.
Foi com esse espírito que enfrentei aquela missão. Com coragem, trabalho, fé e confiança na liderança do presidente Bolsonaro, ajudei o governo a conduzir o Brasil durante uma das maiores crises sanitárias da nossa história.
Em pouco mais de um ano à frente do Ministério da Saúde, avançamos na vacinação, fortalecemos o SUS e criamos as condições para que, em abril de 2022, fosse declarado o fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional decorrente da COVID-19.
Não abandonei o trem quando a viagem ficou difícil. Permaneci no meu lugar e cumpri a missão que me foi confiada.
Porque foi assim que aprendi no Sertão: nos momentos mais difíceis é que mostramos quem realmente somos.
Eu fiquei. Enfrentei. E ajudei o Brasil a seguir em frente. 🇧🇷
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