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Em um período curto de tempo, vimos a decisão da Justiça em absolver os agentes do Estado pela morte da Cláudia Ferreira, que morava no Morro de Congonhas, Madureira, o caso do Johnatha, filho da Ana Paula, de Manguinhos, no qual o PM foi condenado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar), do Evaldo Rosa, em que os soldados do exército foram absolvidos por “legítima defesa”, e o do Lucas Azevedo Albino, de Costa Barros, filho da Laura, no qual a Justiça optou pela absolvição dos quatro policiais militares que respondiam pela morte dele. Todas essas decisões expressam como a Justiça funciona neste país quando as vítimas são pessoas pretas, pobres e faveladas. Sequer têm direito à ela, muito menos a reparação. Não se tem dúvidas de que o RACISMO permanece na sociedade e nas instituições. Por isso é fundamental fortalecermos a luta por Memória, Verdade, Justiça e Reparação.

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