Salvador perde uma de suas maiores guardiãs. Regina do Acarajé partiu, deixando um vazio imenso na nossa história. Mais de 50 anos de tabuleiro, consagrando o alimento que nutre Iansã e a nossa gente.
Mais de cinco décadas afirmando a força e os saberes ancestrais das mulheres negras.
O acarajé é patrimônio e é história viva. Proteger o legado de Regina é um dever de todas nós.
Ao lado de Cira e Dinha, ela formou uma trindade que transformou os territórios onde estavam seus tabuleiros em espaço de acolhimento, afeto e comunidade.
Todo meu afeto aos familiares, amigos e às baianas de acarajé.
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