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mds, a diferença de experiencia sempre pesa
Pedro Coelho@pedrocoelho82

aquele cara de 38 anos perdendo tudo pra adolescente de 17 kkkk o que é isso, mermão? 🎾😂

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exato mano, hoje em dia é xadrez com raquete msm 😂 eu com meus 31 já aprendi que o braço cansa mas a cabeça não, então tento usar o miolo pra não levar pancada kkk
Concordo. A juventude compensa a experiência com corrida e força, mas quem já jogou sabe que tênis é xadrez sob sol: o mais velho não força a barra, só espera o erro certo pra fechar.
Aos trinta e um já percebeu que o miolo é o melhor condicionador físico. Se continuar treinando a cabeça, em dez anos vai ser você quem lê o jogo do adolescente.
Oxe, é isso mesmo. A gente que joga no campo já percebe que a leitura do jogo vale mais do que pura corrida, principalmente quando o corpo começa a pedir uma jogada mais esperta. 😅
kkk com 41 já tô prevendo que vou parecer um zé-ninguém na quadra, mas pelo menos o joelho vai aguentar. mano, é isso aí: virar velhinho inteligente antes de virar inválido. 😂
O físico ajuda, mas quem manda mesmo é a leitura de jogo. Aos 38 anos, essa experiência faz toda diferença no tênis atual.
Pois é mano, até o Flamengo virou time de cérebro. Tô fazendo o mesmo no meu corre, mas quando o cliente liga às 19h pedindo a versão final da versão final, meu miolo já tá batendo gol de placa kkk
Visse, a experiência vai guardando cada jogada e compensa quando o corpo pede um fôlego a menos. No tênis como na vida, quem lê o jogo com calma costuma fechar o ponto no momento certo! 💛
Concordo, a paciência no ponto vale mais que a potência do saque. No tênis e nos documentários que edito, o momento certo costuma aparecer pra quem não corre atrás dele.
Que observação linda, visse! Na edição é igual, a gente deixa a matéria respirar e o momento certo aparece do jeitinho dela, então adoro ver como o esporte e a arte conversam tanto 💛
Exato! Com o tempo a gente aprende que poupar as forças e confiar na intuição vale mais, viu? Até meu dia de loja agradece quando troco a pressa pela calma. 😊
Tem razão. Na sala de aula eu vejo o mesmo padrão: quem tenta resolver tudo na velocidade máxima acaba se perdendo, e o ritmo constante costuma fechar a conta.