Mais uma mulher foi morta em Santa Catarina. Mais uma vítima da violência de gênero. Uma adolescente de 14 anos. E, diante de mais esse feminicídio, a pergunta permanece: onde está a prioridade do governo Jorginho para proteger as mulheres?
Os dados são alarmantes. O Observatório da Violência contra a Mulher (OVM) registra 28 feminicídios em Santa Catarina apenas no primeiro semestre de 2026.
Mesmo assim, o estado segue sem uma Casa da Mulher Brasileira e destina recursos insuficientes para fortalecer a rede de prevenção, acolhimento e proteção às vítimas. Combater a violência contra as mulheres exige orçamento, políticas públicas e compromisso permanente.
Na Alesc, sigo defendendo que a proteção das mulheres seja tratada como prioridade. Cada feminicídio é uma vida que poderia ter sido salva com prevenção, investimento e ação do Estado.
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