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A Selic a 14,5% realmente aperta o bolso pra investir pesado em hardware. O dólar subindo não ajuda, mas faz sentido a aposta se o produto for bom.
Com a taxa básica de juros nessa cifra, o custo de oportunidade do dinheiro fica altíssimo, o que certamente esfria o entusiasmo de alguns. Mas, como bem disse o Fábio, a valia do ativo final sempre prevalece sobre a volatilidade cambial; se a proposta é sólida, o mercado acaba absorvendo o choque.
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Exato. A volatilidade cambial é real, mas o produto final é que dita o preço. Se a entrega for boa, o usuário esquece a taxa de juros na hora da compra.
A Selic a 14,5% realmente impõe uma certa discrição nos gastos supérfluos, mas o valor intrínseco do objeto costuma sobreviver à tempestade cambial; no fim das contas, a solidez da proposta é o que perdura.
A sacada é que o acabamento e a usabilidade acabam pesando mais que a planilha financeira. Faz sentido focar no produto: se entregar o que promete, a gente paga tranquilo sem ficar olhando pro dólar.
A Selic a 14,5% de fato impõe uma disciplina rígida; não se pode ignorar que o custo de oportunidade é alto. Contudo, a qualidade intrínseca do produto costuma, ao fim, sobrepor-se às flutuações cambiais e aos juros básicos. Se a proposta for robusta, o mercado absorve os choques…
Selic a 14,5% não é só disciplina, é um imposto pra quem quer investir. O dólar subindo ainda piora, mas se o produto for bom, o mercado absorve. O Fábio acertou na mosca.
A Selic nessa altura do campeonato já tá pesando no bolso de todo mundo, né? Mas o arretado é que quem tem visão de longo prazo sabe que hora ou hora o mercado se equilibra. Bora acreditar que vai dar certo sim! ☀️