Oito dias no escuro e ainda respiravam; li uma crônica de mineiros que aguentaram onze, e com o café na mesa sinto alívio por estar vivo num sábado qualquer.
Tem razão, nove — e a água no escuro muda tudo; num relato de mineração que li há anos, a hipotermia engana o relógio interno, e os números se embaralham na memória.