A inadimplência virou o risco mais citado pelos bancos. O dado de julho: 5,81% do crédito das famílias é o recorde da série histórica e alcança o dobro de 2021.
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São 3 recordes: Inadimplência: 5,81%. Negativados: 83,9 milhões. Renda comprometida: 28,85%.
Pra dimensionar: na recessão de 2016 a inadimplência parou em 4,37%. Na pandemia, em 4,13%. Em julho de 2021 estava em 2,94%. Hoje é o DOBRO.
O que chega na fatura não são os 14% da Selic. O rotativo do cartão cobrava 436% ao ano em julho. Os 14% são o piso sobre o qual o banco monta o resto.
Na mesma pesquisa, o fiscal segue como o risco mais importante para 34% das 117 instituições, contra 27% em maio. Contas públicas frouxas sustentam o prêmio de risco, e o prêmio sustenta os juros em 14%.
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